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sábado, 19 de julho de 2014

Copa, Mídia e a Faixa de Gaza:

"There's something wrong with the world today, the lightbulb's getting dim. There's a meltdown in the sky!" - Livin' On The Edge, Aerosmith

Primeiramente, gostaria de fazer um breve comentário sobre a delícia que foram os jogos da Alemanha. Sim, da Alemanha, porque do Brasil e da Argentina não teve nada. 7x1, adorei. Teve uma hora que o pessoal brasileiro no restaurante que eu estava simplesmente foi embora ou começou a torcer pela Alemanha. Pelo menos mantiveram o bom humor, certo? Já a Argentina, bom ia ser muito Messi deixar eles ganharem ai

HEUHEUEUEHUEHEUHEUH.

É, eu também me odeio.

Se bem que eu tenho pena dos jogadores e da putaria que eles vão ouvir (e mesmo assim foram pagos suficientemente bem pra aguentar isso ai). Pois é, no final, #tevecopa #ounao. Até a Mc Mayara previu o resultado daquela calamidade:




domingo, 25 de maio de 2014

Protestos, Copa e Essas Merdas

"Suppose you were an idiot, and suppose you were a member of Congress; but I repeat myself" - Mark Twain

Não vai ter como escapar. Honestamente, já cansei disso tudo. A Copa nem aconteceu ainda e eu já ouvi e vi tanta merda que me deu dor de barriga. É gente ignorante se achando politizada, falando de coisa que não entende e se achando o fodão. Porra! Mas que merda é essa que está acontecendo com esse país?? (Desculpem o vocabulário. Mas é necessário.)


sábado, 3 de maio de 2014

#somostodosmacacos

"Wise men, poor men, beggar men too; you bet your bottom dollar but what you're gonna do?" - Aerosmith

Pois é. Tô gostando dessa história de título com tag. Fica legal, né? Mas vamos ao que interessa. 

A tag desta da vez é #somostodosmacacos, devido ao incidente que ocorreu com o jogador de futebol brasileiro Daniel Alves, do Barcelona. Durante um jogo, alguém da torcida jogou uma banana nele, e ele em resposta comeu a banana e continuou numa boa.

domingo, 27 de abril de 2014

Boy Bands: A Origem

"Boy bands, and another one, and another one... And another one!" - Year 3000

Pois é. Boa noite, meu povo. Seguindo o post sobre fandoms da semana passada, hoje vou falar de boybands.
É.
A sensação do século XXI. Desde Os Beatles, esse tipo de banda ficou extremamente popular e hoje é o que mais atrai a atenção dos ouvintes em geral.



quarta-feira, 16 de abril de 2014

Queen

"It ain't much I'm asking, I heard him say... Gotta find me a future, move out of my way!" - Queen


Bora falar de Queen. Acho que é uma das mais respeitadas e misteriosas bandas do século XX (20. Pra todos como eu que demoram a entender algarismos romanos).

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Aerosmith: Parte 1 de 100000

"Love is like the right dress, on the wrong girl... You never know what you're gonna find!" - Aerosmith

Agora eu vou avacalhar e falar da minha banda favorita. Preparem-se, porque virão mais posts sobre eles no futuro (além dos outros em que eu já os mencionei, hehehe). Tenho tanta coisa pra falar, dá pena colocar um post só.

Vamos por passos. Primeiro a música. Já ouvi gente dizendo que a muscicalidade do Aerosmith é uma várzea, e sim as músicas são de certa forma cheias, mas calma lá. A grande maioria delas é composta no piano pelo vocalista Steven Tyler e adaptada para guitarra pelo célebre Joe Perry. Fica uma cifra bem difícil de tocar. As músicas seguem tons, até certo ponto; afinal é do Demônio do Grito de quem estamos falando. (É um apelido do Steven Tyler, calma, não sou exorcista não).

domingo, 6 de abril de 2014

#eunãomereçoserestuprada

"Her world's now come undone, from looking straight at the sun... What did her daddy do? What did he put you through?" - Aerosmith

Atualidades. Vamos lá. (Não, não vai ser pique sua aula de geografia, não precisa se preocupar. Mas já tá na hora de perder medo de fontes de imformação de qualidade, né?)

Enfim.

Recentemente, começou a rolar pelas redes sociais a campanha #eunãomereçoserestuprada, que trata do Feminismo e seu papel na sociedade atual e do alto nível de crimes abusivos à mulher no Brasil. Tudo isso têm chamado muita atenção nos últimos anos, depois de casos e mais casos de mulheres agredidas e/ou expulsas de instituições educacionais e, obviamente, grande incidência de estupro.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Spanish Castle Magic


"Music is my religion. 
I don't believe in anything else." - Jimi Hendrix

Ainda bem que crítica também pode ser positiva, por que eu não conseguiria fazer uma crítica negativa sobre este ser humano. Jimi Hendrix. A meu ver, o maior guitarrista de todos os tempos. Hendrix faz jus aos grandes guitarristas do Blues ao estilo de BB King, com seus acordes melodiosos e guitarras que parecem vozes cantando; e ao mesmo tempo é um dos pioneiros do Rock Clássico, com frases constituídas de power chords e riffs de puro rock.
Porém, hoje, o gênio dele não é mais corretamente apreciado. Esses dias li um comentário tão absurdo de doeu lá no meu pâncreas (isso mesmo, no pâncreas!!!). O ser humano atreve-se a dizer que Jimi fu**ing Hendrix não era um bom guitarrista porque “seus solos não têm velocidade”. Solos extremamente rápidos não são sinônimo de qualidade. Estudo música há mais de sete anos, e considero minha própria opinião como válida neste caso. Velocidade entra no pacote SIM, mas sobre ela estão tom correto, sonoridade, contexto da música e técnica; entre outros fatores. Jimi Hendrix tinha tudo isso e mais, até sem perceber quando improvisava por sete minutos seguidos, como é o caso em todas as versões live de Woodstock.
Uma pequena anedota para terminar. Eu sou judia, e no ano do meu bat-mitzvah (como uma primeira comunhão judaica), a escola levou todas as meninas com as mães para visitar uma yeshiva, um internato judaico. Houve um momento em que o rabino pediu a todas para escrever o nome de seus ídolos num papel e entregar. Ele, lendo em voz alta, disse que ficou orgulhoso com a quantidade de Moisés e Abraães, Saras e Hilarys Clinton que apareceram (crianças de doze anos. É). Mas então ele se surpreendeu com um último papel esquecido em seu maço. “Jimi Hendrix”, ele leu, pasmo “ e Ozzy Osbourne”. No mesmo instante, minha mãe saiu gritando “É MINHA FILHA, É MINHA FILHA!!!

E com muito orgulho.

 (Hendrix tem uma música, com meu nome. SUCK IT, BITCHES!)



Meu CD "Jimi Hendrix Live at Woodstock"





"Music doesn't lie. If there is something to be changed in this world, then it can only happen through music." - Jimi Hendrix
















Music Junkie

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Fantasma da Ópera

"A collector's piece indeed, exactly as she said... Will you still play when all the rest of us are dead?" - Viscount Raoul de Chagny
O que dizer sobre este grande clássico? Nas palavras do próprio Raoul, uma peça de colecionador. Tanto a obra-prima de Andrew Lloyd Webber, quanto o livro de Gaston Leroux, configuram trabalhos esplêndidos. O Fantasma foi minha primeira celebrity crush, por assim dizer.
Musicalmente, é extraordinário. Esta sim é uma reação com alto grau de pureza. Toda música tem a mesma escala; representando o "riff" tema da peça. O tom das músicas combina com cada personagem e com o momento. Masquerade/Why So Silent e Music of the Night são as minhas favoritas, fora o grande tema - Phantom of the Opera. O leque de emoções proporcionadas por apenas essas três músicas é imenso. Me sinto transportada para a Paris do século XIX e não posso deixar de cantar - sim, durante o musical todo.                                                                                                                                        
Agora tudo depende de quem canta. No aniversário de 25 anos da peça, no Royal Albert Hall, o Fantasma (Ramin Karimloo) tem a voz um pouco forte demais para mim. A versão dele de Music Of The Night é linda, mas a voz escapa; essa música tem que ser quase sussurrada (exceto as notas altas, é claro). Como se ocultasse qualquer outro som, como se dominasse o ambiente sem que o interlocutor perceba. Exatamente o que o Fantasma faz com Christine Daaé. Uma versão que tem este efeito pra mim é a de Gerard Butler, do filme. A voz dele, apesar de não ser a de um grande cantor da Broadway, alcança esse patamar na minha humilde opinião.

Aqui vai  uma  curiosidade  que quase ninguém que eu conheço sabe; de  uma  fangirl  assídua  do  livro e da  peça: o  verdadeiro  nome  do  Fantasma  é  Erik. 


"I have brought you to the seat of sweet music's throne, to the kingdom where all must pay homage to music..." - Erik

Music Junkie